Meu dinheiro o dinheiro do povo foi usado com mulheres de vida fácil.
*A Amante* da lava jato
"Era a pergunta que calava: Quem era o 'Amante' da fértil mente de
Marcelo Odebrecht ao criar codinomes para as planilhas de propina da Odebrecht;
ao se referir à Gleisi Hoffmann (PT-PR). Em acordo de delação homologado no STF
em fevereiro, uma cascata de informações veio à tona envolvendo poder, muito
dinheiro e um triângulo amoroso com sérias crises de ciúme da petista. Sim. Ela
não grita apenas do Senado. Em depoimento, o 'amante' chega a dizer;
"(...)me arranhou o rosto e rasgou a minha camisa em Assunção (..)era
ciúme da minha ex-assessora que é casada e nunca prestei atenção(..)proibiu que
eu contratasse jovens e com menos de 30". O depoimento é impressionante.
O amante, portanto, tem nome, sobrenome e o coração tão
"vermelho-PT" como o da paranaense. Advogado de 41 anos, nascido em
Campinas, ex-vereador de Americana, interior paulista, amante do luxo e
conhecido como "bon vivant"; Alexandre Correa Romano dividia com a
'amante' gostos excêntricos (Deslize a imagem acima e veja galeria de fotos).
Vinhos caros, jóias e viagens à Portugal, Uruguai. Até hospedagem em icônico
resort na Suiça. Além, é óbvio, da estreita amizade com o 'amigo' Lula. Em
2006, no aniversário do petista, o presenteou com relógio de R$ 90 mil da suiça
Frack Muller. Tudo isso delatado com documentos, provas e até recibo de 8
diárias na suíte 'luxo' do 'The Gstaad Palace Hotel', região de Gstaad, alpes
suiços, onde o 'casal' festejava o dinheiro público. Na disputada suíte,
passaram figuras como Brigitte Bardot e Paris Hilton. Madonna e Ronald Reagan.
Até o casal Trump.
A viagem envolvia romantismo e idas à bancos no país. Tudo acabou quando
Alexandre foi preso na 18ª fase da Lava Jato e viu o cárcere em Curitiba.
Entregou em delação premiada, detalhes precisos da arrecadação de propinas que
abasteceu os ex-ministros do Planejamento Paulo Bernardo, "marido
oficial" de Gleisi e da Previdência e Aviação Civil, Carlos Gabas, ambos
do sujo governo Lula.
Ele concordou em devolver ao cofres R$6 milhões na delação com os
procuradores. Vendeu 2 apartamentos em Miami, cada um por R$ 3 milhões e pagou
o MPF. O dinheiro vai para a Petrobrás, Correios e à União."
Aldeni Soares
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